Non-stop

Outro dia, perambulando por um livraria de shopping, dei de cara com este livro da Martha Medeiros, quando já estava na fila do caixa. Apanhei rapidamente e, quando cheguei em casa, fui lendo, assim sem nenhuma ordem. É um daqueles livros pequenos, pockets, que a gente lê rapidinho e, no caso da Martha, fica procurando para ver se ainda tem alguma coisa para ler. As crônicas são de 2000, 2001, mas que importância tem? Bom para rememorar acontecimentos já esquecidos, em textos sempre atuais. Por quê? Ora, porque a Martha é como o título: Non-stop. Ela não para, é moderna até quando o texto é antigo e gira junto com o mundo, num movimento constante.

Vale muito a leitura, assim como vale ler Divã (que virou filme), Um lugar na janela (sobre as viagens da autora), Feliz por nada, Trem-bala...

Pensando bem, vale a leitura de todos os outros livros de crônicas da autora, porque são inteligentes, divertidos, sérios, verdadeiros antídotos contra o tédio e a ignorância. Falo só dos livros de crônicas porque só tenho lido as crônicas, mas acredito que todos os outros também sejam bem bons.


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