Desvarios no Brooklin






De novo, Paul Auster, como não? Você pluga ali na história e não consegue desgrudar. E, graças a Paul Auster, fiquei conhecendo o Brooklin, sem nunca ter ido a NY. Há algum tempo, fui ao cinema com uma amiga e, quando vi aquele bairro com aqueles personagens, em Amante em Domícilio, comentei: Está parecendo o Brooklin. E não é que era mesmo?


O narrador se muda para o Brooklin para morrer. Não, ele não é um doente terminal, mas sofre de uma descrença de tudo (ou de quase tudo). Não, ele não morre. Pelo contrário, encontra pessoas novas, reencontra parentes, se envolve em aventuras, escreve um livro, conversa, filosofa, aprende... E Paul Auster é sempre um narrador de primeira linha.


As edições, como sempre, vêm com uma sobre-capa de papelão ondulado. E, como sempre, quando ela fica meio sujinha, eu a tiro. E, sim, o Brooklin é um bairro muito, muito sedutor. Nunca fui lá, mas isso é um fato certo e indiscutível. Paul Auster que o diga.

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