Morar Mais Por Menos Goiás 2017

E o que anda rolando na Morar Mais Por Menos 2017, aqui em Gyn? Ah, anda rolando de quase tudo. Tudo de bom, claro. Inventividade à solta, customização, reciclagem, sofisticação, peças de designers incríveis, otimização de espaços, brasilidade, altíssima tecnologia, reaproveitamento, simplicidade, sustentabilidade. E, reparei, muita gente estreando bem. E o que pode um pé-direito duplo? Pode muito e comporta um teto com madeira em escamas muito bacana. Muito de acordo, eu também compartilho um sofá cinza, que fica bem com tudo, podendo ficar sóbrio ou bem alegre, dependendo dos acessórios (manta ou almofadas). Assim como fotografias e cestarias, que resultam em personalidade e aconchego.


E nichos, quem não ama? Dá mesmo vontade de entrar ali e ficar, quase escondida, lendo por horas a fio. A eterníssima estampa chevron marcou presença em paredes e em um revestimento de banheiro, cheia de autoridade. A estampa geométrica é sempre clássica e moderna. Aliás, ela se repetiu num painel lindo, atrás de uma cama e num papel de parede, atrás de outra cama. E também aqui e ali, enfeitando o piso da casa.


Dentre muitos espantos, um lustre poderosíssimo e uma adega de cabos de aço (material barato e impactante), uma tessitura de fios coloridos na brinquedoteca e os motivos feitos com estêncil, recurso lindo e barato, que andava meio sumido. Uma floresta de cordas pelo teto, lustres impactantes e o poder rústico e charmoso dos paletes, em prateleiras, balcões, porta-revistas; paletes e chita também fizeram parzinho perfeito e singelo. Quadros no teto? Aprovadíssimo. Tenho pé-direito duplo na minha sala e ainda há muito espaço, mas um dia...quem sabe? Varandas gostosíssimas, uso de contêineres e, coincidência, uma cadeira de vime, daquelas de dependurar, igualzinha à que tenho em minha varanda (num espírito intrinsecamente reaproveitador, achei no lixo, consertei, fiz uma almofada e dependurei). Outra coincidência: acabei de pintar de branco uma parede de tijolos aparentes da minha sala e também tenho uma parede pintada de preto, para anotar tudo o que me dá na telha. Mais uma coincidência: o verde num home theater. Uma parede da minha sala vai ser pintada exatamente de verde, na cor Passeio na Mata, um tom super lindo.


E falando em cores, azul é mesmo a cor mais quente, e o amarelo é muito bem-vindo, tudo pontuado com o verde das plantas em quase todos os ambientes, até mesmo num bar. E não é que eu nunca havia visto um fulget num piso, realçando ainda mais a área da piscina, tendo ao fundo uma varanda ótima para jogar baralho e jogar conversa fora?


E por falar em tijolos, eles deram a maior pinta, combinados com caixotes, pintura imitando concreto, paletes e mesinha com pneu, conversando com uma pia, em outro ambiente, instalada num tambor de combustível. O trançado da palhinha é re-editado num cobogó do quarto de bebê e (olha da geometria aí de novo!), imprimindo brasilidade e sofisticação ao ambiente.


Concreto e tubulação aparente fazem o charme do estilo industrial, e o estilão rústico aparece com força em outro ambiente, com peças de pura artesaria em madeira, como bancos, cabideiros, painel, e até num jogo de xadrez sobre a cama.

É, não dá para falar de tudo. E nem dá para colocar todas as fotos que tirei. Então, aí vai só uma pequena amostra do que há por lá. Ah, e a boa deste ano é que nem só as peças que estão na mostra serão vendidas. As vendas em garagem contam com produtos que não estão expostos, a um preço super bacana. Hora de aproveitar e driblar a crise fazendo economia.

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